Indústria de embalagens plásticas
Assistimos a quatro delas antes de escrever qualquer coisa. Ficou um regimento com pauta enviada na sexta, quarenta e cinco minutos de duração e ata de meia página.
A Aventra é uma consultoria de gestão com escritório em Praia Grande. Organizamos a estrutura interna de empresas que cresceram depressa: organograma, papéis, reuniões, indicadores e calendário de direção.
A Aventra existe desde 2016. Foi aberta por dois consultores que vinham de cargos de direção em empresas de médio porte e hoje reúne nove pessoas: consultores de estrutura, uma analista de indicadores e a redação dos documentos de gestão. O escritório fica em Praia Grande e atendemos presencialmente a cidade e o litoral.
Nossos clientes têm de 20 a 250 funcionários: indústrias familiares, redes de serviço, escritórios técnicos, distribuidoras e empresas de tecnologia que passaram de uma dezena para uma centena de pessoas em poucos anos. Em geral nos chamam quando toda decisão ainda passa pela mesa de duas ou três pessoas.
O trabalho tem sempre a mesma ordem, combinada por escrito antes de começar: entrevistas com quem responde por cada frente, desenho do que existe hoje, redação da matriz de papéis e decisões, definição do painel de indicadores, regulamento das reuniões e calendário do ano. Depois da entrega acompanhamos os três primeiros ciclos de reunião no formato novo.
Não fazemos o que não é consultoria de gestão: não recrutamos nem selecionamos pessoas, não emitimos parecer trabalhista, não conduzimos demissões, não vendemos software de gestão e não assumimos cargo de direção na empresa do cliente. Quando o caso exige advogado, contador ou empresa de recrutamento, dizemos isso na primeira reunião.

Dez anos organizando estrutura interna de empresas em Praia Grande e na região.
Consultores de estrutura, analista de indicadores e redação dos documentos de gestão.
Indústrias familiares, redes de serviço, escritórios técnicos e distribuidoras.
Não recrutamos, não conduzimos demissões e não assumimos cargo de direção.
A ordem importa. Quase todo desenho de estrutura feito de cima para baixo volta para a gaveta em três meses, porque foi escrito longe de quem faz o trabalho.
O organograma pendurado na recepção quase nunca descreve o que acontece. Começamos ouvindo, uma a uma, as pessoas que respondem por cada área, e anotamos o que elas de fato decidem.
Boa parte das queixas de atraso vira outra coisa quando se escreve, para cada tipo de decisão, esses três nomes. A matriz cabe em duas páginas e resolve discussões que duravam semanas.
Ninguém precisa de mais reuniões. Precisa que as que já existem tenham pauta escrita, um dono e um lugar combinado onde a decisão fica registrada.
Cada posição ganha uma descrição curta: o que entrega, o que decide sozinha e o que leva para a chefia. Uma folha por cargo, sem anexo.
Nada sai em formato fechado. A matriz e o regimento vão em arquivo editável, porque eles vão mudar no mês seguinte à entrega — e devem mudar sem depender de nós.
Histórias curtas em três partes: o que a empresa trouxe, o que fizemos e o que ficou com ela. Publicadas com autorização de cada casa.
Assistimos a quatro delas antes de escrever qualquer coisa. Ficou um regimento com pauta enviada na sexta, quarenta e cinco minutos de duração e ata de meia página.
Descrevemos os cargos da unidade original e adaptamos para a nova. Ficaram onze folhas de cargo e o combinado sobre o que pode ser diferente entre as casas.
Desenhamos a estrutura com a operação toda em uma perna só. Ficou o organograma novo e o calendário da reunião semanal de frota.
Listamos oitenta decisões do mês anterior e classificamos cada uma. Ficou uma matriz em que o dono aparece em nove delas, e não em oitenta.
Na primeira conversa, de uma hora e sem compromisso, ouvimos como as áreas se falam e dizemos que tipo de leitura faz sentido no seu caso.